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Denise (MT), 21 de agosto de 2019 - 09:03

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Acontecimentos

10/08/2019 08:07

Acuado, Sintep decide encerrar greve dos professores depois de 75 dias

Decisão em massa ocorreu na tarde desta sexta-feira (09), durante assembleia geral da categoria.

Reunidos em assembleia geral na tarde desta sexta-feira (09), os servidores da Educação votaram pelo fim da greve que dura quase três meses no Estado. A decisão ocorre, após o Governo ameaçar demitir servidores por abandono de cargo, já que a greve foi considerada ilegal pela Justiça.

 

Durante a assembleia, a maioria da categoria optou pelo retorno às atividades escolares a partir da próxima quarta-feira (14).

Foram quatro abstenções e cerca de cinco votos contrários à manutenção do movimento 'paredista'. Em contrapartida, o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), também colocou em votação o estado de greve, que foi mantido.

No encontro, o ex-presidente do Sintep, Henrique Lopes do Nascimento, teceu várias críticas ao governador Mauro Mendes (DEM) por não atender as exigências da categoria e não cumprimento da Lei Complementar 510/2013 que propõe aumento de salários e, reajuste da Revisão Geral Anual, e reajuste de percentuais de carreira.

“Nós puxamos a corda até aonde deu, e nós temos a capacidade de resistir. Se tem alguém que tem que baixar a cabeça pra nós são eles”, em referência aos membros do Poder Executivo.

Na tarde de ontem (08), Mendes foi enfático ao declarar à imprensa, que não havia outra proposta para pôr fim ao movimento, devido o teto de 49% estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Questionado sobre o alerta de demissão, por abandono de cargo, ele avisou: "Vamos cumprir a lei", declarou o democrata que avaliou ter nessa gestão a missão de consertar o Estado.

A greve

A greve dos servidores da Educação durou 75 dias. De lá para cá, a Corregedoria-Geral do Estado ingressou com uma liminar na Justiça tentando barrar a atitude do movimento, mas o pedido foi negado.

Posteriormente, no dia 30 de julho, a desembargadora Maria Erotides, julgou a greve como “abusiva” e determinou o retorno dos profissionais aos seus postos de trabalho no prazo de 72 horas, sob pena de multa no valor de R$ 150 mil por dia. Mas mesmo assim a paralisação foi mantida.

No entanto, a Corregedoria-Geral do Estado recomendou aos professores o retorno às salas de aula, tendo em vista a instauração de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) que poderia ser instaurado por abandono de cargo. Diante disso, a secretária de Educação, Marioneide Angélica, afirmou que fazia um levantamento nas instituições de ensino para dessa forma notificar os servidores passíveis do afastamento. 

Protesto de pais

Pais e responsáveis de alunos da escola estadual Souza Bandeira, localizada no Coxipó, em Cuiabá, parte do "Movimento fim da greve", se mobilizaram em ato de protesto na semana passada para reivindicar o direito de acesso à educação de seus filhos. Eles expuseram cartazes com dizeres de indgnação, pelo fato da greve já ter sido declarada ilegal pela Justiça e o sindicato resistir à decisão.

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 REPORTERMT

 


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